28/06/2006
Como ter um site na web
De um modo geral não é muito difícil ter um site na web
hoje em dia. Existe uma gama de ferramentas que permitem a todos co-existirem
no mundo virtual, e várias delas gratuitas.
Blogs e Fotologs já viraram mania na web há um bom tempo. O Blog,
acrônimo de Web Log, permite aos usuários criarem um diário
on-line, organizado cronologicamente, permitindo a publicação
de artigos ou curiosidades do cotidiano vividas pelo seu criador. Os fotologs
vão um pouco mais além, permitindo a publicação
de fotos, comentários e vêm se tornando cada vez mais uma ferramenta
utilizada entre os usuários para criação de álbuns
digitais.
O foco do momento é o YouTube (http://www.youtube.com). Como quase todas
as ferramentas de sucesso na web, foi criada com um propósito mas acabou
sendo usada para outro. No YouTube o usuário pode, gratuitamente, publicar
vídeos para serem assistidos em formato de “streaming media”.
Para quem entende um mínimo de lógica de programação,
há ainda algumas ferramentas chamadas “frameworks”, um conjunto
de classes e bibliotecas hierárquicas, estruturada e orientado a objetos
que permitem a criação de sites dinâmicos, sem saber qualquer
linguagem. É claro que há limitações, mas é
o uma opção interessante.
No entanto, mesmo com todas estas facilidades, quem precisa mesmo de um site
profissional não consegue tê-lo sem o trabalho de um webmaster.
Cabe a ele a orientação sobre algumas questões importantes,
muitas vezes incompreendidas pela maioria dos usuários da Internet, como
o registro do domínio e a hospedagem do site.
Se a informática evolui rapidamente, na web então nem se fala.
Trabalho com internet há mais de seis anos, e sempre que estou estudando
uma tecnologia, aparece algo novo. É um crescimento constante e muito
veloz, mas muito prazeroso também.
A grande Barra, meio tardiamente, tem começado a despertar para este
nicho. Digo tardiamente porque só mesmo através da web é
possível alcançar a divulgação tão esperada
de nossa região.
É importante que se diga que a Internet não veio substituir a
rádio, a TV e a mídia impressa. Tenho certeza que a maioria gosta
de ouvir as boas músicas regionais de Divino Arbués, Eudes &
Candinho, ou dos garotos da banda Box 9, ver um banner ou um folder bem feito
de nossa região, ou assistir um belo comercial de nossas belezas naturais,
mas é inadmissível que empresas do setor privado, e principalmente
órgãos públicos, que pensam tornar nossa cidade em uma
cidade turística, continuem ignorando este veículo.
Por tudo isso minha dica desta semana é: criem Blogs e Fotologs, utilizem
os frameworks, e divirtam-se na web.
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22/06/2006
Publicidade on-line
Com preços relativamente acessíveis, a Internet tem se mostrado
como uma boa alternativa para investimento em publicidade. No entanto, por se
tratar de uma mídia ainda bastante desconhecida pelos empresários,
sua representatividade ainda deve levar alguns anos para ser alcançada
a contento.
Para se ter uma idéia, mesmo com um crescimento de 34,16% no primeiro
trimestre de 2006, apenas 1,86% do total investido em propaganda no mercado
brasileiro foi em publicidade on-line.
No Vale do Araguaia, alguns poucos empreendedores já possuem, pelo menos
seu site na web, mas é preciso dizer que o simples fato de tê-lo
não garante que este terá as visibilidade pretendida, e o dinheiro
empregado pode passar de investimento para despesa. Seus futuros clientes precisam
ter facilidade em achar seu website para que você efetivamente esteja
na Internet.
Então você se pergunta qual é a melhor maneira de se investir
em publicidade on-line. Realmente há várias alternativas, mas
inicialmente posso citar os diretórios de busca e os banners como as
ferramentas mais eficientes para promover seu serviço ou produto. Estes
são os meios mais utilizados pelos internautas, tanto para negócios
quanto para o lazer. É a forma mais barata de divulgar, disponibilizar
e promover sua home-page na Internet.
Para que seu site seja listado nos diretórios mais conhecidos como o
Google, Radar UOL, Cadê?/Yahoo e Alta Vista, é necessário
um bom trabalho de seu webmaster. Estes diretórios possuem um mecanismo
chamado “Robots” que encontram seu site automaticamente. A descrição
e as palavras de relevância para encontrá-lo ficam escondidas do
usuário, no local que chamamos de código-fonte.
Já para anunciar através de banners, é preciso contactar
o responsável pelo site, solicitar um orçamento e contratar o
serviço que melhor lhe atende. O valor é estimado no CPM (custo
por mil impressões). Isso significa que você pagará a cada
vez que seu banner aparecer na tela. Neste caso, é indicado a procura
de sites regionais para segmentação de mercado.
Um sistema inovador lançado pela Google, e hoje já utilizado
por outros sites como o UOL, é o CPC (custo por clique). Nesta modalidade
você só paga se o usuário clicar no seu anúncio.
Esta também é uma boa pedida, mas estes recursos só divulgam
texto, ignorando sua identificação visual.
Dizer que a maioria dos internautas tem entre 35 e 49 anos, no auge da sua
potencialidade consumidora, e que a maior fatia tem, pelo menos, o ensino fundamental,
pode ser um estímulo para a procura imediata de uma opção
de anuncio, mas lembre-se que não é saudável investir apenas
em um meio de comunicação. Se você já investe em
jornal, TV, rádio ou revista, deve apenas realocar a verba para poder
fazer uma campanha que envolva mais de um meio.
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16/06/2006
Lenda Urbana
Quem já recebeu pelo e-mail alguma dessas historinhas que vagam pela
Internet levante a mão! - Se você levantou a sua, não se
preocupe. Certamente todos que lerão este artigo farão o mesmo.
Estas histórias que recebemos em nossas caixas postais, normalmente
com mensagens apelativas ou contos fabulosos, são o formato digital das
LENDAS URBANAS.
Assim como as lendas folclóricas, ninguém sabe ao certo como
elas surgiram ou quem eram os personagens originais. É como as histórias
dos discos voadores: sempre é alguém que conhece outro alguém,
que conhece um amigo, que certa vez teve uma visão... mas este mora longe,
ficou traumatizado ou talvez já até morreu.
A Cartilha de Segurança para Internet (http://cartilha.cert.br) classifica
as lendas urbanas como fraude, mais especificamente como boatos. Os boatos,
quase sempre maliciosos, têm normalmente como vítimas empresas
importantes ou órgãos governamentais, e são criados para
espalhar desinformação.
Receita Federal, Tetra Pack, TIM, Orkut e várias outras empresas já
foram vítimas da fraude, que teve como alvo mais recente a Honda.
Certamente você ouviu falar durante a última semana sobre um pacto
que o projetista da Titan CG 150 teria feito com o diabo para que o produto
prosperasse. A informação é de que e-mail circula da Internet
desde 2005. Este, por sua vez, tem causado o maior frisson na comunidade cristã,
especialmente entre os evangélicos, que têm feito unções
e orações a favor da moto.
O boato fez com que a Honda publicasse um comunicado oficial dando explicações,
e pode levar a montadora a mudar o formato da peça que lembra um cruz
invertida. A peça, segundo nota divulgada à imprensa, serve apenas
para proteger e dar suporte a fiação principal da parte interna
do sistema de iluminação do farol, “a fim de evitar rompimento
dos fios ou mau contato”.
Além deste tipo de boato, outro formato bem típico são
os das correntes, pirâmides e mensagens sobre pessoas enfermas precisando
de ajuda.
Antigamente as lendas urbanas demoravam meses para se disseminar por meio de
cartas, faxes ou mesmo no boca-a-boca, mas com a força da Internet, uma
mensagem pode atingir milhões de pessoas em minutos. Por isso é
preciso ter muito cuidado ao repassar este tipo de mensagem.
Para evitar a distribuição de boatos é muito importante
que você cheque a procedência das mensagens que recebe. Mesmo que
tenham como remetente alguém conhecido, é preciso certificar-se
que a mensagem não é um boato.
Também é importante ressaltar que você NUNCA deve repassar
este tipo de mensagem, pois é como se você endossasse a mesma,
concordando com o seu conteúdo, já que seu e-mail leva a sua assinatura.
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