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16/09/2008 Retornando... com o Chrome Olá pessoal. Quanto tempo, heim!?!? Lá se foram quase 6 meses sem um tempinho dedicado aos meus fiéis leitores, masss... estamos aí novamente em mais uma tentativa de retornar a esta prática que me é tão prazerosa, mas que me toma um tempinho legal que não estava dispondo. :D
Neste retorno quero falar um pouquinho sobre Google Chrome. Ainda não sabe o que é isso? Então tá precisando ficar mais antenado nas notícias hi-tech, heim? ;-)
Pra você que já sabia do lançamento, parabéns! Mas será que já experimentou a novidade?
No início de setembro a turma do Google lançou mais uma novidade. Desta vez foi um browser que, traduzindo para nossa língua materna, é nada mais nada menos que um navegador de páginas da Internet. É verdade que muita gente nem se dá conta que para utilizar a World Wide Web é preciso de um software adequado para isso. Muitos ainda acham que a Web é sinônimo de Internet Explorer (IE), mas isso não é verdade. O IE é certamente o mais popular, mas existem outros navegadores tão bons quanto ou até melhores que o navegador do Tio Gates 1. Na cola do IE podemos citar o Firefox, o Ópera e o Safari, que também já tem versão para Windows, mas que antes só era usado pela galera que tinha computadores Apple (aquele da maçanzinha).
Voltando ao Chrome, vamos ao que interessa. Já ouvi várias coisas e vou compartilhar um pouco da minha experiência com o navegador, que venho já usando desde o dia do seu lançamento.
PRATICIDADE
Característica em todas aplicações Google, não poderia ser diferente com o Chrome. O browser tem um design simples e agradável, mas o que mais agrada é a página inicial que abre um mix de últimos endereços e favoritos visitados. No entanto vale lembrar que o Firefox tem um complemento que faz a mesma coisa. Também gostei muito da barra de status que é dinâmica, desaparecendo quando o carregamento da página é concluído. Ficou faltando o suporte a skins (peles) para personalizar a cor do navegador.
SEGURANÇA
Os alemães foram um dos primeiros a alertar sobre o quesito e dou razão a eles. Por se tratar de um software novo ainda não sabemos quais suas vunerabilidades. Para usuários menos experientes talvez seja bom mesmo aguardar um pouco mais.
VELOCIDADE
A princípio o navegador parece bem rápido, mas notei que ao manter várias abas abertas e depois retornar para utilização ele fica bem lento. Testes feitos pelo Olhar Digital também mostrou que o Firefox é mais rápido.
MERCADO
Posso estar enganado, mas cheguei a ouvir que a estratégia inicial seria derrubar primeiro o Firefox para só depois incomodar o IE. Acho isso pouco provável. Primeiro porque o navegador da Mozilla tem se mostrado como os eleitores fiéis do Lula, não o trocam por nada, mesmo que seja outro um pouquinho melhor. Segundo porque, a exemplo de outros browsers que devem ser instalados no Windows (somente o IE e instalado com o sistema operacional da Microsoft), haverá certa dificuldade com uma grande parcela de usuários leigos no assunto. É esperar pra ver.
OUTROS RECURSOS
Além da página inicial o navegador não traz nada de pitoresco. Apesar de importar o histórico, formulários e favoritos do IE ou Firefox, fica devendo em recursos como RSS, que é de série no browser da Mozilla. Além dos skins, também senti falta da possibilidade de aceitar complementos, como do Firefox. Talvez na nova versão.
Em resumo, por se tratar de uma primeira versão, tá bom demais, mas tem que melhorar muito pra concorrer com o IE e com o Firefox, que, pra mim, ainda é disparado o melhor.
LINKS DA MATÉRIA
- Baixar o Google Chrome e saber mais informações sobre o navegador
- Baixar o Mozilla Firefox
- Atualizar seu Internet Explorer
- Teste do Olhar Digital (vídeo)
1 - William Henry Gates III KBE, GCIH (Seattle, 28 de outubro de 1955), mais conhecido como Bill Gates, é, em parceria com o sócio Paul Allen, o fundador da Microsoft, a maior e mais conhecida empresa de software do mundo.
- Mais artigos no Blog Tech-no-logia, mantido por Carlos Magno. Comentários (0) Sugerir Imprimir Topo Acessos (388)
18/02/2008 POP, IMAP ou webmail? Houve um tempo que utilizar clientes de e-mail como o Outlook Express ou Thunderbird era fundamental. Hoje a realidade mudou e, para quem não precisa de recursos muito avançados na troca de mensagens, é melhor pensar no assunto.
Na década de 1990 a conexão à internet era feita via telefone (banda estreita). Os prometidos 56 Kbps (Kilo bits por segundo) nos davam apenas cerca de 10 Kbps reais. Além disso as caixas postais tinham pouco espaço em disco e a conexão tinha o ônus do pulso telefônico.
Além disso, o espaço nos servidores para armazenamento das mensagens era limitado. Lembro que quando entrei na faculdade já em 2004 o Hotmail, da Microsoft, oferecia ridículos 2 MB (Mega Bytes). O suficiente para umas 4 ou 5 fotos de boa qualidade. Por diversas vezes, ao enviar uma mensagem com anexo, recebíamos uma resposta, normalmente em inglês, dizendo que a mensagem não foi entregue porque a caixa postal do destinatário estava cheia. Lembra disso? Eu lembro. (hehe)
Além disso, para configurar um cliente de e-mail não é tão simples para usuários iniciantes. Mesmo com os provedores mantendo suporte telefônico, quase sempre se faz necessário a visita de um especialista.
Nestas configuração temos a opção de usar 2 protocolos (regras) para recebimento de e-mails: o POP e o IMAP. O primeiro baixa as mensagens do servidor, liberando o espaço em disco para recebimento de novas mensagens, porém limitando o acesso às mesmas somente pelo computador que as baixou. Já o IMAP sincroniza o cliente de e-mail com o servidor, permitindo que as mensagens sejam acessadas através de outra máquina conectada à web. Um problema em tempos de “vacas magras”.
Os protocolos oferecem recursos muito bons, principalmente o IMAP por manter as mensagens no servidor, mas pense que não navegamos mais a apenas 10 Kbps reais e nem temos somente 2 MB nas caixas postais para armazenamento das mensagens, e que, com o advento da banda larga, pagamos agora preços fixos para manter-nos conectados 24 horas por dia a uma velocidade bem maior que há 10 anos atrás.
Isso me leva a crer que a utilização do webmail é hoje a melhor opção para qualquer usuário. Além de todas as vantagens citadas no parágrafo anterior, a utilização do cliente de e-mail tem outro problema: não temos acesso aos lixos eletrônicos retidos pelos recursos anti-spam instalados nos servidores. Esta importante ferramenta, utilizada para evitar que mensagens em massa cheguem às nossas caixas de entrada, vez ou outra retém mensagens importantes de clientes ou boletins de interesse.
No quesito espaço, o GMail, da Google, foi o primeiro a romper a barreira de 1 GB (Giga Bytes) nas caixas postais, sugerindo que não precisaríamos nunca mais apagá-las. Hoje já são mais de 6 GB disponíveis. Junto com o Yahoo!Mail, da Yahoo!, e o Hotmail, são os mais indicados por este que vos escreve. Para empresas e instituições de ensino, GMail e Hotmail ainda oferecem ferramentas para domínios próprios turbinados por suas respectivas tecnologias.
Escolha um desses e deixe de se preocupar com configurações complicadas ou limitações de espaço em disco. E seja bem vindo ao século 21. Comentários (0) Sugerir Imprimir Topo Acessos (1259)
28/08/2007 MSN não é Hotmail Olá pessoal, primeiramente quero me desculpar com meus leitores por demorar tanto a escrever um novo artigo, mas as atribuições profissionais estão consumindo todo meu tempo. Contudo, me comprometo a não demorar tanto para a próxima postagem. Nesta quero tentar quebrar mais um paradigma, explicando como funciona o acesso ao mensageiro instantâneo da Microsoft, o Windows Live Messenger, popularmente conhecido ainda como MSN Messenger. Para grande maioria dos internautas a Internet resume-se à World Wide Web, melhor dizendo, acreditam que tudo que acessam faz parte dela. Ao contrário disso, é preciso saber que a “grande rede” é formada por vários serviços, onde a Web é apenas um deles. Temos ainda o Correio Eletrônico (e-mail) e a Colaboração, dentre outros. O Correio Eletrônico trata-se de um serviço de troca de mensagens. Mesmo com a popularização dos mensageiros instantâneos, onde as trocas ocorrem em tempo real, a troca de e-mails continua sendo uma das principais formas de comunicação da Internet. Para usar o serviço podemos ter um programa instalado no computador chamado cliente de e-mail, como o Outlook, da Microsoft, ou o Thunderbird, da Fundação Mozilla, ou usar a Web. Neste caso o serviço é identificado como Webmail. Os serviços de Webmail mais utilizados no mundo na atualidade são o GMail, da Google, o Yahoo! Mail e o Windows Live Hotmail, da Microsoft. Todos oferecem ótimas aplicações a custo zero. Conheço os três e posso afirmar que os dois primeiros estão um passo à frente. Já as aplicações colaborativas são desenvolvidas com o objetivo de apoiar o trabalho em grupo. Chats (bate-papo), redes sociais e mensageiros instantâneos são programas desta natureza.  | | Windows Live Messenger |
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O primeiro mensageiro instantâneo a se popularizar foi o ICQ, mais usado hoje em dia na Europa. No Brasil o mais popular é o Windows Live Messenger. Além destes merecem destaque o Yahoo! Messenger, o Gtalk, da Google, e o Skype. Como puderam ver, o Hotmail é um serviço diferente do Messenger e, para surpresa da maioria, posso afirmar que o mensageiro da Microsoft pode ser acessado por um endereço diferente dos tradicionais “@msn.com” e “@hotmail.com”. Surpreso? Provavelmente. Mas como isso é possível? É que basta ter um Microsoft Passport Network ou Windows Live ID. O endereço para criar um Windows Live ID é www.passport.net. O mais interessante é que você pode criar um ID utilizando qualquer conta de e-mail: UOL, Terra, iG, Gmail ou Yahoo!. Claro que o sistema vai te oferecer uma conta do Hotmail, mas não obrigatória criá-la. É um recurso bem interessante para quem não quer ter que acessar várias contas de e-mail. Comentários (0) Sugerir Imprimir Topo Acessos (1024)
25/06/2007 Direto do pen drive As memórias flash vêm a cada dia ganhando mais espaço no mercado. Pen drives, MP3 e MP4 players, cartões de memória (SD, CF, etc.) já são encontrados em larga escala nas lojas reais e virtuais. Mais rápidas e confiáveis que os discos magnéticos, este tipo de memória vem substituindo até mesmo os discos rígidos em alguns notebook da Sony e Dell, conforme escrevi em artigo anterior. O que pouca gente sabe é que, mesmo nos pen drives mais modestos, é possível rodar bons aplicativos (programas) diretamente da memória sem necessidade de instalá-lo no disco. A categoria atribuída a estes aplicativos é “portable”, do português portátil. Vocês podem estar se perguntando por que rodar aplicativos portáteis. Certamente nem sempre é necessário, principalmente com a popularização dos notebooks, mas pense naquela situação em que você preparou uma apresentação caprichada no BrOffice Impress e, quando você chega no local da apresentação o PC não tem o aplicativo instalado. O que fazer? Os “portables” servem, principalmente, pra este tipo de imprevisto. Contudo, num contexto menos importante, mas visando maior comodidade, há quem prefira navegar usando o Mozilla Firefox ao invés do Internet Explorer. Então, por que não levá-lo no bolso? O navegador da Mozilla Fundation, que vem ganhando mais adeptos a cada dia, é um dos aplicativos portáteis mais populares. Para baixar o Firefox portátil é só acessar o endereço http://br.mozdev.org/firefox/portable. Para os viciados em bate-papo uma boa pedida é o Windows Messenger (MSN), que também tem em versão brazuca. O MSN portátil é indicado para aquelas situações onde não se tem permissão de instalar nenhum programa no computador por restrições do administrador da rede. A versão pode ser baixada no endereço www.sykey.net/?dl=Windows_Live_Messenger_8.1_Portatil.exe, mas também há outra opção no endereço ou www.4shared.com/file/4177328/5a778d1/msn_portable_live_8.html. A lista de aplicativos portáteis é bem extensa. As opções vão do Filezilla (cliente FTP), passando pelos Thunderbird (cliente de e-mail), 7-ZIP e WinRAR (compactadores de arquivos), GIMP e Photoshop (editores de imagens), Partition Magic (gerenciador de partição), Nero (gravador de Cds e DVDs), CorelDRAW (aplicativo gráfico vetorial), Dreamweaver (editor web), até o consagrado OpenOffice (pacote para escritório) completo. Este último podendo ser baixado no endereço http://sourceforge.net/projects/portableoo. Embora a abordagem inicial tenha sido a respeito da utilização de memórias flash, é válido lembrar que estes aplicativos também rodam de qualquer dispositivo removível, como iPods, CDs, DVDs ou mesmo disquetes. Comentários (0) Sugerir Imprimir Topo Acessos (1199)
15/06/2007 Bytes pra quem te quero Há algum tempo o amigo Paulo Batista me convidara para publicar meus artigos n'A Gazeta do Vale do Araguaia, mas só agora foi possível atender seu convite. Isso muito me contenta, pois assim teremos a oportunidade de consolidar ainda mais uma parceria que inciamos há alguns meses atrás quando A Gazeta contratou a Araguaia Networks para desenvolver seu website. Bem, rasgação de seda à parte, nesta primeira postagem quero falar um pouco sobre os discos rígidos, também chamados de HD (Hard Disk), que no início de 2007, ganhou sua primeira distribuição comercial rompendo a barreira dos terabytes (1 terabyte = 1.000.000.000.000 bytes). Os HDs são dispositivos de armazenamento que têm como principal característica a possibilidade de manter os dados gravados mesmo com a ausência de energia. Em uma linguagem mais técnica, dizemos que são memórias não-voláteis. É inqüestionável que se trata de um dos dispositivos que mais evoluiu no sistema computacional. Para se ter uma idéia, o primeiro disco, produzido pela IBM em 1957, armazenava somente 5 megabytes (1 megabyte = 1.000.000 bytes). É o equivalente a apenas 3,5 disquetes de 3 ½. Uma enormidade na época. Quem já trabalha com informática há mais de 15 anos certamente usou os HDs de 500 MB (megabytes), e vai se lembrar do surgimento dos primeiros discos com capacidade superior à 1 gigabyte (1 gigabyte = 1.000.000.000 bytes). Na época, nem imaginávamos em ter um disco que pudesse armazenar mais de 1 TB (terabyte), mas a Seagate já projeta o lançamento de discos de 200 TB para 2010. Embora haja uma tendência de substituição dos HDs por memórias flash, mais rápidas e confiáveis, o que deve mantê-los no mercado é o custo-benefício. O valor pago por cada gigabyte vem caindo a cada dia. Na década de 80, um disco com apenas 10 MB era comercializado por cerca de 2.000 mil dólares. Em 2003, discos de 80 GB custavam cerca de 920 reais (11,50 reais por GB). Hoje, um disco de 750 GB custa cerca de 1.500 reais (2 reais por GB).  | | HD Externo da Iomega |
Uma curiosidade dos HDs é a disparidade entre o tamanho informado na compra e o tanho considerado pelo sistema. Quando compramos um HD de 200 GB, por exemplo, o sistema reconhece apenas 186,26 GB. Isto ocorre porque no sistema computacional a numeração é binária (0-1). Assim, enquanto o sistema considera 1 GB = 1024 x 1024 x 1024 bytes, as indústrias consideram 1 GB = 1000 x 1000 x 1000. Com a recente queda do dólar e com a economia brasileira estável, está cada vez mais acessível a aquisição de equipamentos de informática. Uma boa pedida é o HD externo. Como ele é possível levar os arquivos pra onde quiser, sendo acessível pela porta USB de PCs e notebooks. As marcas mais confiáveis continuam sendo Samsung, Seagate, Western Digital, Hitachi e Iomega (externo), não necessariamente nesta ordem. Comentários (0) Sugerir Imprimir Topo Acessos (722)
25/05/2007 Carreira: teoria x prática Em diversas áreas profissionais há questionamentos sobre o que é mais importante para se chegar ao sucesso: teoria ou a prática? E quando falamos em Tecnologia da Informação (TI) há ainda mais dúvidas quanto a isso, pois vez ou outra vemos casos de sucesso de pessoas que não chegaram a se sentar em cadeiras universitárias. O caso mais famoso é o de Bill Gates, que chegou a receber o título “honorário” da Universidade de Harvard após fazer fortuna com o desenvolvimento do sistema operacional mais popular do mundo, o Microsoft Windows. Mas nem todo dia nasce um Gates. O mercado de TI, assim como outros também, tem se mostrado cada vez mais competitivo e exigente quanto à formação acadêmica, embora a prática profissional também seja levada em consideração. Em artigo publicado recentemente no site IDG Now!, especialistas em recrutamento dizem que, em alguns casos, a falta de um diploma pode até não ter tanta influência na hora da contratação, mas o salário nem sempre corresponde às expectativas. A recomendação é que se tenha, pelo menos, uma graduação. No caso de uma pós-graduação, o ideal é investir em um mestrado em administração de empresas (MBA). O que também se torna imprescindível para quem quer alçar vôos mais altos é o estudo de uma língua estrangeira, preferencialmente o inglês. Neste caso, para os jovens que pensam em seguir carreira de TI, uma boa dica é o intercâmbio, normalmente viabilizado pelas escolas de línguas ou mesmo instituições internacionais, como o Rotary Club. Para quem não é mais assim tão jovem, a alternativa é iniciar um curso no Brasil o quanto antes e tentar conseguir um visto para aprimorar o idioma em algum país de língua inglesa. Outra dica importante para quem já atua no mercado é o EAD - Ensino à Distância, para graduação, e o e-learning (ensino com o auxílio da tecnologia, baseado em Web), para pós-graduação. O problema destes cursos é a disciplina que o aluno deve ter. O fato de poder estudar no seu ritmo muitas vezes se torna uma barreira para se concluir os cursos. Também não adianta achar que porque já se está atuando no mercado se sabe tudo. É preciso ter humildade e mente aberta para adquirir novos conhecimentos. Ao contrário do que parece, os cursos técnicos e de graduação trazem conhecimentos teóricos muito importantes para prática, principalmente no âmbito do planejamento. Para quem ainda não se convenceu sobre a importância da teoria despejada pelas faculdades, vale lembrar que o maior mecanismo de busca da atualidade, o Google, nasceu de um projeto de doutorado na Universidade de Stanford, nos EUA. Embora ambos sejam bem-sucedidos, o surgimento de um novo Bill Gates é muito menos provável que o surgimento de um novo Sergey Brin ou Larry Page, co-fundadores do Google. Comentários (0) Sugerir Imprimir Topo Acessos (771)
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